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Deu-me para isto

Boa vida, Livros, Moda e Beleza, Música, parvoices

O amor está nos pormenores #3

O meu homem foi esta semana, mais uma vez, numa viagem de trabalho. O voo dele era ao final da tarde.

Ele ligou-me quando já estava no aeroporto (vou escrever a conversa da forma como eu percebi):

- Olha, estou aqui ao frente ao Mac. Queres alguma coisa?

- Em frente ao Mac? Não estou a perceber - e realmente não estava. Eu gosto de McDonald's mas tenho restaurantes mais perto

- Estou em frente à loja de maquilhagem da MAC. Queres alguma coisa?

 

Eu sei que já falei de uma situação semelhante mas eu juro que desta vez não lhe disse nada.

O amor está nos pormenores #2

A semana passada fiquei doente. A “doença da moda”, chamou-lhe a médica. Mas foi uma virose.

Foi de tal modo forte que tive que ficar em casa dois dias, com Brufen de 12 em 12 horas

Ora, comecei a tomar Brufen no dia em fui à medica, depois de jantar. As 12 horas iam bater no pequeno-almoço do dia seguinte.

Para além de não ter dormido nada de noite por causa da tosse e do nariz entupido, fui acordada às 8h da manhã.

Era o meu rapaz. Trouxe-me o pequeno almoço à cama para eu poder tomar o Brufen da manhã. 

O amor está nos pormenores #1

A minha cara metade foi hoje para a Alemanha numa viagem de trabalho.

Ontem, quando estávamos a preparar tudo, disse-lhe na brincadeira:

“Eu vou-te dar uma lista de produtos de maquilhagem e tu compras no duty free. Pode ser?”

 

Hoje fui levá-lo ao aeroporto ainda o sol não tinha nascido. Já estava quase em casa quando recebo a seguinte sms no telemóvel:

 

“Não me enviaste a lista das maquilhagens”

Já que estamos numa de amor

Já que estamos numa de amor, venho-vos falar dele e da nossa relação.

Já não é a primeira vez que falo dele aqui no blog mas sempre falei das peripécias que me acontecem por causa dele ou pelo simples facto de ele ser homem.

Mas agora venho falar-vos no quanto estamos felizes um com o outro.

Fomos nascidos e criados em pontos opostos do país. No entanto, tivemos a mesma educação. Portanto, quando falamos de episódios da nossa infância ou adolescência, compreendemo-nos um ao outro na perfeição.

Estudámos na mesma área e, mais uma vez, em pontos opostos do país.

Ele veio trabalhar para a mesma cidade que eu. Quando me dizem: “Foste buscar um homem tão longe”, eu respondo “Não, não. Ele é que veio ter comigo” 

Trabalhamos na mesma área, o que facilita um pouco as coisas. Principalmente naqueles dias em que precisamos de desabafar porque o dia não correu assim tão bem.

A minha mãe costumava dizer que os homens eram isto e aquilo e mais não sei o quê. Sabem aquela música “Os maridos das outras” do Miguel Araújo? Ela é a personificação dessa música.

Mas ele não é desses. Ajuda-me com as tarefas de casa (embora seja ao ritmo dele, LOL). As minhas necessidades estão sempre em primeiro. Eu sou a prioridade dele e isto sabe tão bem.

E, acima de tudo, ajuda-me com os meus problemas. Tem-me ajudado a libertar de certas situações do passado. Chamou-lhes, um destes dias, “traumas de infância”. Na verdade, não são nada de especial mas quando somos miúdos, as coisas afectam-nos de outra forma.

Em resumo, temos estado sempre ali um para o outro no bem no mal, na saúde e na doença. E não precisamos de estar casados para isto.

Eu e Ele temos corrido bem. Eu, com o meu feitio de mulher e Ele com o feitio de homem.

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