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Deu-me para isto

Boa vida, Livros, Moda e Beleza, Música, parvoices

Uma semana na Escócia - Dia 3

Começámos o dia com um bom pequeno almoço no The Brevins Guest House (eu acho que já tinha dito isto).

Partimos em direcção ao Eilean Donan Castle que fica numa ilha e está ligado por uma ponte. É um dos muitos castelos privados da Escócia. Quando eu digo privados é mesmo privado; pertence a uma família. 

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 O Explorer Pass não dá para este castelo; tivemos que pagar à parte. Sabendo o que sei hoje, não iria visitá-lo. Uma vez que privado, a decoração está muito virada para a família. Não acho que valha a pena pagar o bilhete, ficaria pela paisagem.

A parte engraçada foi que apanhámos um casamento. Não percebemos que se foi a cerimónia propriamente dita mas pelo menos, as fotografias foi feitas lá. 

Depois fomos até à Skye Isle. Para entrar nesta ilha, o caminho a seguir é pela Skye Bridge (a fotos não tinham qualidade suficiente para colocar aqui). 

Chegados à ilha, fomos dar mais uma caminhada até às Fairy Pools. Mais uma vez, é um trilho composto por várias cascatas. Só fizemos parte do percurso; já se estava a fazer noite e frio.

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 Estes são uns sinais muito comuns que se encontram na Escócia.

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Na volta para o continente passámos por Portree que é a maior cidade da Skye Isle.

Já no continente, ficámos no Creag Dubh Bed & Breakfast. Foi sem dúvida o melhor B&B que encontrámos na Escócia. A Kate e o Roy são um casal de velhotes extremamente simpáticos e disponiveis.

Fomos jantar ao Hectors Bothy. Na verdade, esta não era a nossa primeira escolha mas não encontrámos a entrada para o primeiro restaurante. Ficámos bastante e notou-se que a comida era caseira. Recomendo.

Uma semana na Escócia - Dia 2

No segundo dia, depois do óptimo pequeno-almoço que tivemos, fomos até Glencoe. 

Glencoe é muito conhecido pelas montanhas que tem. Mais uma vez fomos por estradas secundárias, mesmo por dentro das montanhas. Apesar de estar a chover, a paisagem é lindíssima.

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 Passámos também pelo Glencoe Memorial Site, que basicamente é um memorial de um massacre que ocorreu em 1692. Está no meio da cidade de Glencoe e quase que nos passou despercebido.

O nosso próximo destino foram as Steall Falls. São umas cascatas que existem ao longo de bastantes quilómetros. Foi uma boa caminhada com um bocadinho de trail à mistura. Para ver as cascatas temos que passar num caminho estreito e molhado (e algo perigoso) por causa das cascatas mais pequenas. 

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 Daqui partimos para o Viaduto Glenfinnan. Paragem obrigatória para os amantes de Harry Potter (e para aqueles que não o são). 

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 Não, infelizmente não vimos o comboio a passar. Soubemos mais tarde que existem dois horários por dia em que ele passa e já tinha passado. Mas passa mesmo um comboio a vapor semelhante ao do filme do Harry Potter.

Fomos até Fort William e ficámos no B&B The Brevins Guest House. O Vicent, o dono, foi muito simpático e muito gentil. O pequeno almoço foi muito bom. Recomendo a quem ficar em Fort William que fique neste B&B.

Fomos jantar ao Ben Nevis Inn. Tem um aspecto muito rústico e comemos muito bem neste restaurante. Tivemos que ir de carro e o caminho é um bocadinho escuro mas compensa.

Dica: Os jantares são servidos muito cedo na Escócia. Às 19h já estavamos sentados no restaurante a fazer os pedidos.

 

 

Uma semana na Escócia - Dia 1

Finalmente arranjei tempo para vos contar sobre a viagem à Escócia. 

Fomos à Escócia em Outubro passado e estivemos por lá uma semana. Alugámos um carro e percorremos parte da Escócia de mochila às costas.

O nosso dia começou cedinho no primeiro dia; já tínhamos pernoitado em Glasglow no Holiday Inn Express Glasgow Airport. É um hotel que fica perto aeroporto.

Depois de termos buscado o carro, partimos em direcção ao Stirling Castle. 

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(chovia muito neste dia e a fotografia não é a melhor)

É um dos castelos mais importantes da Escócia onde a Rainha Mary foi coroada e existiram alguns cercos devido à sua posição estratégica.

Por dentro está muito giro porque retrataram algumas situações da vida quotidiana dos reis e rainhas que por lá passaram (não se assustem ao entrarem em algumas divisões). Vale bem a pena a visita.

Dica: comprem o Explorer Pass que dá entrada gratuita neste e em outros museus da Escócia.

Este castelo tem um parque de estacionamento que custa 4 libras; nós compramos o bilhete para passearmos à vontade.

 

Depois, fomos até ao Doune Castle que era quase paragem obrigatória já que A Guerra dos Tronos e Outlander foram gravadas lá.

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 As grades que se vê na fotografia deve-se ao facto de existirem gravações no castelo na semana seguinte. 

O castelo foi a morada do Regente Albany que foi considerado o "Scotland's uncrowned King" (o rei que nunca foi coroado).

O castelo oferece um áudio-guia que vai narrando a história do castelo e das diferentes divisões. A história é narrada por Terry Jones, um dos membros dos Monty Phyton. Também se podem ouvir algumas associações a episódios da série Outlander.

Atenção que só se vê mesmo a estrutura e paredes do castelo. Ao longo da viagem, fomos aprendendo que a Escócia andou sempre em guerra e alguns monumentos estão em ruínas.

Dica: vejam o calendário disponível no site porque o castelo pode estar encerrado para gravações.

O Doune Castle está incluído no Explorer Pass.

 

Daqui fomos directos para o Hotel em Crianlarich. Parece que o dia foi curto mas na verdade nós andamos por estradas secundárias e isto faz demorar o tempo de viagem. Na estradas principais não se vê disto.

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Voltando ao hotel, ficámos no Best Western The Crianlarich Hotel. Crianlarich é uma daquelas cidades onde a nossa rede de telemóvel não dava e o wireless do hotel não chegava ao nosso quarto (acho que nunca apanhei wireless no hotel); foi só um bocado assustador. Jantámos pelo hotel, que não foi mau de todo. O pequeno-almoço é só muito bom. Mas não repetia a experiência neste hotel.

Dica: Fiquem sempre em Bed&Breakfast. o atendimento é melhor e ficam melhor servidos. Vão perceber que os 3 estrelas na Escócia são iguais às nossas pensões ou piores.

Tuntankamon – Tesouros de Egito

No dia de Carnaval (eu sei, já la vai muito tempo), decidimos fazer algo diferente e fomos até ao Pavilhão de Portugal ver a exposição Tuntankamon – Tesouros de Egito.

Esta exposição foi altamente publicitada e não é todos os dias que temos o Egito em Portugal. Bem, não é o Egito, são réplicas, mas vai dar ao mesmo.

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Ao chegarmos ao pavilhão demos conta que muitos portugueses tiveram a mesma ideia que nós e foram também ver a exposição. A fila era bastante grande, mas despachavam depressa.

Quando chegamos, somos apresentados à história de Howard Carter e da descoberta do Tuntankamon de duas formas: primeiro com cartazes e fotografias a contar a história e depois com um filme de 20 minutos.

Na verdade, aqui fiquei um pouco desiludida. Pensei que a exposição estaria mais relacionada com o Egito e menos com a descoberta do tumulo de Tuntankanmon, mas prossegui na mesma. Na realidade não tinha conhecimento sobre o tumulo nem a sua descoberta.

Após o filme, sobre apresentados às replicas propriamente ditas. E digo-vos, aquela gente era enterrada com mais riqueza do que eu irei ganhar em 7 vidas. Que desperdicio, tanto ouro enterrado.

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Depois somos conduzidos para uma sala onde estão várias réplicas de outras coisas que foram enterradas com o faraó desde o trono, os sarcofagos e as joias da coroa.

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Até os chinelinhos de meter no dedo lá estavam! E eram feitos de quê? Ouro, pois…. Que esta gente não se contenta com pouco..

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No geral, gostei da exposição. Foi um dia diferente.

Cada bilhete custa 11 €, existindo também o bilhete família que fica um bocadinho mais baratinho.

 

 

 

Fim de semana grande: Serra da Estrela

Aproveitámos o feriado à quinta-feira para fazer ponte e passarmos o fim de semana grande fora. O destino escolhido foi a Serra da Estrela.

Pesquisamos um bocadinho e encontramos o Hotel Tryp D. Maria na Covilhã com direito a um tratamento spa-jet na Odisseias. Comprámos o cupão e lá fomos nós passar o fim de semana fora.

O Hotel:

O hotel está muito bem localizado na Covilhã. Parece estar no centro da cidade, o que é bom para fazer passeios a pé.

O hotel é bom; nota-se que precisa de umas obras nos corredores e de uma limpeza profunda. Mas os quartos estão impecáveis. O pequeno-almoço também foi bom; necessitava apenas de ter mais variedade em termos de produtos locais (uns queijinhos da serra, vá).

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As instalações do spa também não eram más, mas eram onde se notava mais que precisavam de obras.

A água da piscina interior estava no máximo a 30º (segundo o que as informações indicavam) e o jacuzzi partilhava a mesma água da piscina. Em resumo, não estava muito quente. Estava morna, já a caminhar para o frio.

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Quanto ao tratamento de spa-jet, não foi o que estava à espera. Não digo de forma negativa, eu é que estava à espera de uma massagem “de mãos”. O spa-jet consistiu em entramos para dentro de uma máquina e lá dentro jatos de água quente massajavam-nos o corpo.

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Eu não fiquei fã mas o homem cá de casa gostou.

 

A Serra da Estrela

Nós vamos sempre a medo para a serra. Gostamos de ver a neve, mas, por outro lado, se começa a nevar “mais a sério” as autoridades encerram a estrada e não conseguimos ir à torre.

Mas desta vez, a Serra da Estrela recebeu-nos muito bem. Tinha nevado há algumas semanas e ainda havia neve.

Imagem aqui.

Ainda tive tempo de ficar enterrada até ao joelho na neve. Quis ir brincar um bocadinho e pronto.  eu sinto-me uma criança quando vejo neve.

 

Alimentação:

Tenho que dizer já que se come muito bem na Covilhã. Aqui optámos por escolher restaurantes com petiscos.

Começamos com o Cá se Bica.

Pedimos uma entrada de queijos e enchidos com pãozinho a acompanhar (estava tão bom que não houve fotografia).

Depois pedimos um bife à Cá se Bica (não tenho a certeza) e um hambúrguer com queijo da serra. Não cheguei a provar o bife, mas o meu homem comeu tudo, o que significa que estava bom.

Para mim, o hambúrguer estava demasiado mal passado e o queijo era demasiado forte. Quando trincava, só sentia o sabor de queijo. Mas creio que aqui é uma questão de gosto.

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No dia a seguir fomos à taberna A Laranjinha.

Aqui só pedimos os petiscos. Pedimos ovos rotos, moelas, chouriço assado e sandes de pernil (recomendo). Mais uma vez, a comida estava tão boa que parte dela não tem fotografia. Acompanhamos com uma cerveja local, a Rapada.

Imagem aqui.

No final, tivemos direito a uma ginjinha que estava mesmo boa.

No ultimo dia, fomos para o outro lado da serra e comemos no Cabeço das Fragas. Este é um restaurante mais gourmet e, sinceramente, o menos bom dos três. Ora, chegámos lá sem marcação e pedimos uma mesa para dois. Olhámos para dentro da sala e vimos que só estava metade cheia. As mesas podiam estar reservadas, mas soubemos mais tarde que não.

A senhora foi falar com alguém e depois voltou e separou uma mesa de quatro para nós. Ainda nos disse “Fiz uma coisa que não costumo fazer.”

Depois de sentada, observei melhor o restaurante. Vejo que afinal não era um restaurante, mas sim uma “casa gastronómica”. Pelo menos, era o que dizia no logotipo do restaurante.

Passando à comida, começámos com uns folhados de queijo, alheira e morcela. Estavam muito bons.

Para prato principal, pedimos porco preto com puré de grão com arroz de cogumelos e vegetais a acompanhar. A carne e o arroz estavam ótimos (e eu não gosto de cogumelos). Por outro lado, puré estava frio.

Para sobremesa pedimos um creme de leite de creme. Foi a melhor parte da refeição; muito bom mesmo.

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Saí deste restaurante com “mixed feelings”. A comida era boa mas não houve um rasgo de simpatia por parte dos empregados. Fiquei com a sensação que este restaurante, de tão gourmet que era, ficava bem num hotel e não à beira de uma nacional.

 

Relativamente ao fim de semana, deu para descansar e passear um bocadinho. Gostei muito.

 

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