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Deu-me para isto

Boa vida, Livros, Moda e Beleza, Música, parvoices

Quando os restaurantes nos desiludem

Desde que nos mudámos para a nossa casa, que procuramos restaurantes bons, baratos e perto. Só para não termos as preocupações com o estacionamento ou com o preço. Felizmente encontrámos dois:

- O restaurante da preguiça porque vamos a pé

- O restaurante que é pequeno e que nos faz sentir em casa. Temos que ir de carro mas não existem problemas com o estacionamento

Descobrimos estes restaurantes há cerca de três anos e desde então que vamos lá. Já somos considerados clientes habituais.

Mas como tudo na vida, tudo acaba.

No ultimo ano, reparamos que estes restaurantes se tornaram muito conhecidos. Ao ponto de precisarmos de reservar com duas semanas de antecedência para haver espaço para duas pessoas. Ao ponto de diminuírem as doses, de aumentarem os preços, de atenderem clientes "a despachar" porque havia pessoas à espera.

Ao ponto de perderem dois clientes habituais.

Ainda sobre o WebSummit.....

Um amigo de Facebook estava indignadissimo com esta noticia. Diz ele, que o dinheiro que vai ser investido, deveria ser aplicado nas necessidades mais urgentes do país e não na WebSummit.

De referir que este amigo do Facebook trabalha na área de tecnologia e, parece-me, que este tipo de eventos é do maior interesse dele. Mas parece-me que a mente dele está a ficar muito fechada neste sentido.

Não vou estar aqui a dizer quem é que tem razão ou não nesta história. Só vou dizer que não temos as variáveis todas para dizer se está mal ou não. 

Não sabemos de onde veio este dinheiro. Não sabemos se foi retirado de algum ministério ou de algum sector em especifico. Nem sequer sabemos que se não existisse WebSummit, este dinheiro iria ser aplicado para melhorar as condições de vida. Todos nós conhecemos o país onde vivemos; este dinheiro podia até, no limite, ser aplicado em causas menos nobres (you know what I mean).

Velho do Restelo, não percebe que precisamos deste tipo de eventos em Portugal. Graças ao Euro 2004, o mundo percebeu que sabemos organizar eventos em grande. Que nestes dias, os hoteis, os restaurantes e todos os negócios em voltei florescem graças ao WebSummit.

Mas pronto, vamos criticar e falar sobre aquilo que não sabemos, não é?

Guia de sobrevivência para o WebSummit

Este ano, fui uma sortuda, e tive a oportunidade de ir ao WebSummit. Cortesia do patrão . Eu, claro que aproveitei e fui summitar durante os três dias.

Gostei desta experiência e voltaria a repetir se derem oportunidade. Tirei também algumas lições que vou partilhar com vocês. Sei que não serve para este ano mas a WebSummit vai estar aqui por 10 anos portanto ainda têm 8 anos para aproveitarem estas dicas.

A organização da WebSummit disponibiliza uma app onde o calendário pode ser consultado. Aqui podem adicionar as conferências ao vosso calendário para saberem ao que vão assistir. Analisem muito bem as entrevistas a que querem assistir. Vejam muito bem os titulos e respectivas descrições. As várias conferências ocorrem simultaneamente nos vários palcos disponiveis. Levem calçado confortável: Vão andar de um lado para o outro.

Os melhores palcos são o Centre Stage e o Forum. Grande parte do que acontece aqui são entrevistas de 20 minutos em que os convidados respondem a perguntas sobre um determinado tema. Gostei particularmente das entrevistas com vários convidados porque as entrevistas tornam-se numa troca de ideias em vez de uma entrevista pura.

O palco Planet tech é dedicado a questões ambientais. As entrevistas que ocorrem aqui estão relacionados com empresas que disponibilizam produtos amigos do ambiente. Pelo que percebi, estes produtos têm aplicações industriais mas é sempre bom saber que existe alguém a tentar proteger o ambiente. 

Se existir uma conferência com um só orador, da experiência que tive, significa publicidade. A não ser que seja alguém muito importante (por exemplo Microsoft), o resto é publicidade.

Existem outros palcos dedicados a temas especificos, como a música, a moda e saúde. Neste último, falou-se muito sobre a cannabis.

Ao longo dos vários pavilhões da FIL têm os stands de várias empresas e também das start-ups. Se forem do #teamcaçaaobrinde naveguem pelos pavilhões porque vão para casa com a mala recheada. Ou então, num tom mais sério serve para desenvolverem contactos.

E estas são as minhas dicas para sobreviver ao websummit. Espero que seja útil.

 

O Pedro e o Lobo ou Portugal e as greves

Todos sabem a história do Pedro e o Lobo em que o Pedro gritou gritou tantas vezes "Lobo" que as pessoas deixaram de acreditar nele. Quando foi verdade, ninguém acreditou e ninguém foi acudir aos animais.

 

O mesmo se passa com as greves em Portugal. Um sindicato qualquer diz que se deve fazer greve e os trabalhadores fazem greve. Porque sim. Porque é preciso reivindicar pelos direitos do trabalhadores. Muitos deles não sabem muito bem quais são os direitos porque reivindicam mas se é preciso fazer greve uma pessoa faz.

Mas já são tantas greves que se faz neste país que já não têm qualquer importância. Já ninguém liga quando o Pedro grita "Lobo" neste país. As pessoas adaptam-se e arranjam alternativas.

 

A greve está a tornar-se algo tão corriqueiro neste Portugal que a percepção que eu tenho é que já ninguém liga. Oiço muitas vezes: "Mais uma greve? Está bem...". 

 

De tão usada que está, à greve já ninguém lhes dá o devido valor. Sugiro que repensem melhor esta estratégia das greves e dos motivos que levam a fazê-las. Porque mais uma menos uma, já faz parte da rotina.

Big Bang Theory e Young Sheldon

Quem é fã de séries com certeza, já ouviu falar nesta duas séries. Big Bang Theory é a história de dois amigos geeks - Sheldon e Leonard - que partilham quarto e da vizinha Penny que se muda para o mesmo prédio.

Big Bang Theory teve tanto sucesso que fizeram um spin-off - Young Sheldon - que é sobre a vida do Sheldon na sua pré-adolescência.

Eu gosto de ambas as séries embora a minha preferida seja a Teoria de Big Bang. Por mais vezes que veja, riu-me sempre da mesma maneira. E sim, está cheia de estereotipos mas todas as séries com muito sucesso estão cheias deles.

Relativamente a Young Sheldon, achei que foi uma grande ideia mas acho que os argumentistas precisavam de ter mais um bocadinho de cuidado na escolha das personagens. Ora vejamos:

 

1 - Avó do Sheldon 

 Aqui estou a ser mesmo muito esquisitinha (eu sei), mas não percebo como é que estás duas avós estão ligadas. Na sua versão jovem, a Meemow é cheia de larica e bastante bem feita, e na sua primeira versão na Teoria de Big Bang aparece como uma típica avó de cabelos brancos e mais cheinha. Não consigo perceber mesmo.

 

2 - Pai do Sheldon

Vocês sabiam que o actor Lance Barber, que interpreta o pai de Sheldon em Young Sheldon,  já tinha aparecido na Teoria de Big Bang? 

Pois é, ele apareceu na quinta temporada  como um antigo colega da escola do Leonard. Neste episódio, o Leonard tem que confrontar este colega que passou o tempo todo a atormentá-lo.

Uma pessoa mais atenta repara logo nisto. 

 

Pessoas que vêem esta série, já reparam noutras "erros"?

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