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Deu-me para isto

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Tuntankamon – Tesouros de Egito

No dia de Carnaval (eu sei, já la vai muito tempo), decidimos fazer algo diferente e fomos até ao Pavilhão de Portugal ver a exposição Tuntankamon – Tesouros de Egito.

Esta exposição foi altamente publicitada e não é todos os dias que temos o Egito em Portugal. Bem, não é o Egito, são réplicas, mas vai dar ao mesmo.

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Ao chegarmos ao pavilhão demos conta que muitos portugueses tiveram a mesma ideia que nós e foram também ver a exposição. A fila era bastante grande, mas despachavam depressa.

Quando chegamos, somos apresentados à história de Howard Carter e da descoberta do Tuntankamon de duas formas: primeiro com cartazes e fotografias a contar a história e depois com um filme de 20 minutos.

Na verdade, aqui fiquei um pouco desiludida. Pensei que a exposição estaria mais relacionada com o Egito e menos com a descoberta do tumulo de Tuntankanmon, mas prossegui na mesma. Na realidade não tinha conhecimento sobre o tumulo nem a sua descoberta.

Após o filme, sobre apresentados às replicas propriamente ditas. E digo-vos, aquela gente era enterrada com mais riqueza do que eu irei ganhar em 7 vidas. Que desperdicio, tanto ouro enterrado.

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Depois somos conduzidos para uma sala onde estão várias réplicas de outras coisas que foram enterradas com o faraó desde o trono, os sarcofagos e as joias da coroa.

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Até os chinelinhos de meter no dedo lá estavam! E eram feitos de quê? Ouro, pois…. Que esta gente não se contenta com pouco..

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No geral, gostei da exposição. Foi um dia diferente.

Cada bilhete custa 11 €, existindo também o bilhete família que fica um bocadinho mais baratinho.

 

 

 

Fim de semana grande: Serra da Estrela

Aproveitámos o feriado à quinta-feira para fazer ponte e passarmos o fim de semana grande fora. O destino escolhido foi a Serra da Estrela.

Pesquisamos um bocadinho e encontramos o Hotel Tryp D. Maria na Covilhã com direito a um tratamento spa-jet na Odisseias. Comprámos o cupão e lá fomos nós passar o fim de semana fora.

O Hotel:

O hotel está muito bem localizado na Covilhã. Parece estar no centro da cidade, o que é bom para fazer passeios a pé.

O hotel é bom; nota-se que precisa de umas obras nos corredores e de uma limpeza profunda. Mas os quartos estão impecáveis. O pequeno-almoço também foi bom; necessitava apenas de ter mais variedade em termos de produtos locais (uns queijinhos da serra, vá).

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As instalações do spa também não eram más, mas eram onde se notava mais que precisavam de obras.

A água da piscina interior estava no máximo a 30º (segundo o que as informações indicavam) e o jacuzzi partilhava a mesma água da piscina. Em resumo, não estava muito quente. Estava morna, já a caminhar para o frio.

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Quanto ao tratamento de spa-jet, não foi o que estava à espera. Não digo de forma negativa, eu é que estava à espera de uma massagem “de mãos”. O spa-jet consistiu em entramos para dentro de uma máquina e lá dentro jatos de água quente massajavam-nos o corpo.

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Eu não fiquei fã mas o homem cá de casa gostou.

 

A Serra da Estrela

Nós vamos sempre a medo para a serra. Gostamos de ver a neve, mas, por outro lado, se começa a nevar “mais a sério” as autoridades encerram a estrada e não conseguimos ir à torre.

Mas desta vez, a Serra da Estrela recebeu-nos muito bem. Tinha nevado há algumas semanas e ainda havia neve.

Imagem aqui.

Ainda tive tempo de ficar enterrada até ao joelho na neve. Quis ir brincar um bocadinho e pronto.  eu sinto-me uma criança quando vejo neve.

 

Alimentação:

Tenho que dizer já que se come muito bem na Covilhã. Aqui optámos por escolher restaurantes com petiscos.

Começamos com o Cá se Bica.

Pedimos uma entrada de queijos e enchidos com pãozinho a acompanhar (estava tão bom que não houve fotografia).

Depois pedimos um bife à Cá se Bica (não tenho a certeza) e um hambúrguer com queijo da serra. Não cheguei a provar o bife, mas o meu homem comeu tudo, o que significa que estava bom.

Para mim, o hambúrguer estava demasiado mal passado e o queijo era demasiado forte. Quando trincava, só sentia o sabor de queijo. Mas creio que aqui é uma questão de gosto.

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No dia a seguir fomos à taberna A Laranjinha.

Aqui só pedimos os petiscos. Pedimos ovos rotos, moelas, chouriço assado e sandes de pernil (recomendo). Mais uma vez, a comida estava tão boa que parte dela não tem fotografia. Acompanhamos com uma cerveja local, a Rapada.

Imagem aqui.

No final, tivemos direito a uma ginjinha que estava mesmo boa.

No ultimo dia, fomos para o outro lado da serra e comemos no Cabeço das Fragas. Este é um restaurante mais gourmet e, sinceramente, o menos bom dos três. Ora, chegámos lá sem marcação e pedimos uma mesa para dois. Olhámos para dentro da sala e vimos que só estava metade cheia. As mesas podiam estar reservadas, mas soubemos mais tarde que não.

A senhora foi falar com alguém e depois voltou e separou uma mesa de quatro para nós. Ainda nos disse “Fiz uma coisa que não costumo fazer.”

Depois de sentada, observei melhor o restaurante. Vejo que afinal não era um restaurante, mas sim uma “casa gastronómica”. Pelo menos, era o que dizia no logotipo do restaurante.

Passando à comida, começámos com uns folhados de queijo, alheira e morcela. Estavam muito bons.

Para prato principal, pedimos porco preto com puré de grão com arroz de cogumelos e vegetais a acompanhar. A carne e o arroz estavam ótimos (e eu não gosto de cogumelos). Por outro lado, puré estava frio.

Para sobremesa pedimos um creme de leite de creme. Foi a melhor parte da refeição; muito bom mesmo.

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Saí deste restaurante com “mixed feelings”. A comida era boa mas não houve um rasgo de simpatia por parte dos empregados. Fiquei com a sensação que este restaurante, de tão gourmet que era, ficava bem num hotel e não à beira de uma nacional.

 

Relativamente ao fim de semana, deu para descansar e passear um bocadinho. Gostei muito.

 

Férias 2016 – Ferragudo/Parchal

Na segunda parte das férias regressámos a Portugal.

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Mais, concretamente, ao Algarve.

Eu não sou fã do Algarve. Toda a gente me diz que a água é mais quente, o tempo é mais estável e não há vento. Na única vez que fui para lá apanhei vento, algas na água e água super fria (em Agosto).

Este ano voltámos lá. Teve que ser. Tínhamos planeado a segunda parte das férias na costa Vicentina, mas a dois dias de irmos, vimos que a previsão do tempo não era boa. Desmarcámos logo o hotel e começámos a procurar na zona do Algarve onde estava melhor tempo.

Tínhamos dois critérios:

- Bom tempo

- Dentro do budget

Depois de muita procura, encontrámos o Agua Hotels Riverside. Fomos ao site, vimos algumas reviews e como nos pareceu bem, marcámos.

Mas depois de termos marcado, reparei que o hotel pertencia a uma cadeia onde já tínhamos estado noutras zonas do país. E não gostámos nada…. Mas, pronto, já estava marcado e não havia devolução em caso de cancelamento.

E, no final, foi bem diferente das experiências que tinhamos tido.

Começámos logo bem…. Quando estávamos a fazer o check in, informaram-nos que íamos ter um upgrade grátis. “Mas só se quiserem, só aceitam se quiserem”.

É claro que aceitamos. Não se diz que não a estas coisas, certo? Então passámos de um quarto standard para uma suite júnior.

 

E o que é que isto quer dizer? Tivemos direito a:

- Quarto com casa de banho com banheira

- Sala de estar com sofá cama

- Kitchenette completamente equipada

- Casa de banho com duche (mais uma!)

- Vista para o rio

A kitchenette permitiu-nos poupar uns trocos no nosso almoço/lanche. Fomos logo ao supermercado comprar refeições daquelas que se fazem no forno.

 

E as ofertas não acabaram por aqui. Estávamos nós já no quarto a desfazer as malas, quando nos batem à porta. Era uma funcionária do hotel com mais estas ofertas.

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Os bolinhos eram muito bons!

Sabem de uma coisa? Esqueci-me completamente de tirar fotografias do quarto. Portanto, não tenho nada para vos mostrar, a não ser a vista.

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Quanto ao resto das instalações, é tudo muito bom.

O hotel tem duas piscinas: uma para os adultos e outra para as crianças com vista para o Rio Arade.

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Existe só um pequeno pormenor que não é agradável. Quando a maré do rio baixa, cheira muito mal. Mas é algo que não se pode controlar; é a Natureza.

Ao escrever este post, dou-me conta que não tenho muitas fotografias do hotel. Acho que estava a tentar aproveitar ao máximo.

 

Praias

A praia do Molhe foi considerada a nossa praia. Pequena e sossegadinha, como nós gostamos. Fomos lá todos os dias.

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Tem aquele paredão no qual fizemos várias caminhadas e que vai dar a um farol.

Outra praia que também visitámos foi a praia do Pintadinho. Visitar como quem diz, demos uma volta e vimos as grutas. Isto porque esta praia é concessionada e como tal, metade do areal está ocupado por espreguiçadeiras para alugar.

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E, como não há duas sem três, tentámos a praia grande. Ainda ficámos por lá um grande bocado. Mas os nossos problemas foram vários: piso muito duro, água gelada e não ouvir uma palavra em português dos turistas que lá estavam (isto é que é realmente uma pena).

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Restaurantes

Restaurantes era coisa que não faltava. A nossa questão continuava a ser o budget porque pareciam-nos todos caros (ou não estivéssemos nós no Algarve).

O primeiro a que fomos foi ao Restaurante O Molhe. Não existe outra escolha na praia do Molhe e os preços não são muito acessíveis.

Mas a Cataplana à Casa é TOP e dá para duas pessoas. Traz um molhinho de comer e pedir mais pão para molhar. E muitos camarões.

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Numa das noites fomos até Portimão e escolhemos o Faustino’s Steak House para jantar. Este é um dos muitos restaurantes que só se fala inglês. Aliás, até têm um funcionário que não é português.

Mas fora este pormenor, destaco a simpatia dos empregados e a qualidade da comida.

Sendo uma steakhouse nós pedimos bifes com batata doce assada e puré de batata.

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É assim: os bifes são óptimos e têm um tamanho razoável. Os acompanhamentos também são muito bons mas vêm em dose gourmet, ou seja, muito pequenos. Pagámos 30 euros só pelos bifes; acho que deveria ter acompanhamentos maiores.

A mousse de chocolate branco e preto era tão boa, tão boa que não existe fotografia. LOL

 

Numa das noites foi mesmo complicado jantar. Nós fomos um bocado preguiçosos e não quisemos reservar e acabamos na terceira opção. Mas, por outro lado, foi bom porque encontrámos um restaurante Bom e Barato – Restaurante Adris.

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A comida não é de luxo mas satisfaz e fomos muito bem atendidos. E isto é o que importa.

 

E pronto…. Foram estas as nossas férias…. Foram boas mas passaram muito depressa.

Que venham as próximas!

Férias 2016 – Islantilla

Olá!!!! Voltei!!!! E cheia de coisinhas para vos contar. Vou começar então pela primeira parte das férias.

 

Este ano foi muito complicado arranjar destino de férias em Portugal junto à praia, uma vez que estava tudo para lá de caro. E estamos a falar de Setembro.

 

Felizmente, uma amiga nossa falou-nos do Ilunion Islantilla no Sul de Espanha.

Para terem ideia, Islantilla fica na província de Huelva bem junto à costa e ao Mediterrâneo. E o mais importante, fica só a 3 horas de Lisboa.

 

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O Ilunion Islantilla é um hotel de 4 estrelas que fica mesmo junto à praia (diria a uns 200 metros).

Quando fizemos a reserva, optámos pelo Tudo Incluído. Se era para se fazer férias, que fosse à grande e pagámos cerca de 1100 euros pelos dois. Tivemos alguma sorte porque reservámos numa semana em que havia uma promoção de 25% de desconto. Não achei muito caro comparativamente aos preços que estavam a pedir em Portugal.

 

O Tudo Incluído tinha:

- Pequeno-almoço

- Almoço com bebidas incluídas (refrigerantes, água, cerveja, vinho)

- Lanche

- Jantar com bebidas incluídas (refrigerantes, água, cerveja, vinho)

- Bebidas à discrição no bar da piscina o dia todo

O estacionamento não estava incluído mas existe muito onde estacionar fora do hotel. Pagámos 6 euros pelos 7 dias, o que eu achei razoável.

 

Instalações

O hotel tem uma parte exterior enorme com imensas espreguiçadeiras e com duas piscinas: uma para os adultos e outra para as crianças.

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O hotel tinha também um bar junto à piscina e campos de Padel e Voleiball. Portanto, no caso de nos aborrecermos, tínhamos actividades para fazer 

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 O hotel tem também um espaço Chill-out, reservado só para adultos. Para quem quer estar longe da confusão da piscina, era óptimo. Nos aproveitávamos este espaço ao final da tarde, ao pôr do sol. Era fantástico, infelizmente, não tenho nenhuma fotografia deste momento.

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Quarto

O quarto tinha um tamanho bastante razoável para um quarto duplo e uma varanda fantástica com vista para a piscina e para o mar.

O mais interessante é que o quarto estava numa das extremidades do hotel. Fazíamos sempre a nossa caminhada de 200 metros para o pequeno-almoço.

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Refeições

O pequeno-almoço era bom e com muita variedade. Achei que os espanhóis eram um bocadinho estranhos ao pequeno-almoço. Então, eles torravam o pão punham azeite e molho de tomate por cima e comiam. Isto até me dava a volta ao estômago.

Fora isto, tinha as opções normais de um pequeno-almoço de hotel.

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(Ficava tão satisfeita com aqueles donuts)

 

O almoço era buffet e tinha bastante variedade. O meu problema era que a dieta espanhola é base de fritos e saladas cheias de molhos. Tinha que ir à secção das crianças ou ao peixe grelhado que faziam na hora. Isto sim, era bom.

O lanche tinha alguns croissants, pão de forma, alguns bolos, hambúrgueres e cachorros-quentes. Não é o lanche a que estamos habituados, mas eu fui sempre aos cachorros-quentes (shame on me!!!).

 

O jantar variava todos os dias; eram jantares temáticos (mexicano, asiático, etc). O único reparo que tenho era que o tema daquele dia reduzia-se a dois ou três pratos.

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(O jantar num dos dias em que o tema era Huelva)

 

Praia e zona envolvente

O hotel tinha um acesso pelas traseiras à praia; entravamos e saíamos com a chave do quarto. A praia era espectacular e sossegadinha, como eu gosto. E a água do mar era bem mais quente que a nossa. Não apanhei água tão quente no Algarve.

A areia era um bocadinho dura e suja de conchas (junto à zona de rebentação); o areal das nossas praias é bem mais fofinho.

A praia tinha também uma característica muito engraçada. Havia uma zona onde o piso era de argila e não de areia junto ao mar. Depois de ler o painel informativo, fiquei a saber que era uma característica particular daquela zona. Aparentemente, deve fazer bem à pele porque os espanhóis esfregavam a argila no corpo.

Nós tivemos uma história engraçada com esta argila. No primeiro dia que chegámos, fomos logo experimentar a praia. Ora, a maré estava cheia e a argila não se via; nem sequer sabíamos da existência dela.

Eu quis ir dar um mergulho no mar porque a água sabia mesmo bem. Não tive arrepios nem me doeu os ossos ao molhar o pezinho. A água sabia mesmo bem no pé.

Primeiro, tivemos que passar a zona das conchas que picavam os pés. Já não estava a começar bem; é que ficava debaixo de água e não víamos onde púnhamos os pés.

Conseguimos passar esta zona e comecei a sentir algo esponjoso debaixo dos pés. Comecei logo a pensar que estava a pisar uma medusa ou uma alforreca, fiquei logo assustada. Desviei-me para o lado e continuei a sentir algo esponjoso e escorregadio. Dei o meu mergulho mesmo sem querer, é que era tão escorregadio que não me aguentava em pé.

No dia a seguir, descobrimos que estávamos a pisar a argila. O engraçado desta história é que a argila circunscreve-se a uma zona relativamente pequena praia. E nós apontámos logo para lá (LOL).

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Ao lado do hotel existe um centro comercial com lojas e zona de restauração.

À noite íamos ao bar pedíamos uma bebida cada um e íamos dar um passeio pela avenida fora.

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Algo muito importante, o hotel é adaptado a pessoas com deficiência. Pelo que percebi todos os quartos estão adaptados e as instalações também.

 

Eu adorei esta primeira parte das férias. Adorei não pegar no carro, adorei ter tudo ali à minha disposição. Adorei não ter que fazer nada; relaxei imenso.

Comidas e dormidas #7: FRANKIE

Este fim de semana decidimos ir ao FRANKIE. O FRANKIE é um restaurante especializado em cachorros quentes.

Já era a segunda vez que tentávamos ir lá. Na primeira vez nem sequer estacionámos porque estava uma fila enorme à porta. Desta vez, conseguimos lugar e chegamos por volta das 20h. Talvez por ser Agosto e não haver aulas (já que o FRANKIE é na cidade universitária).

O espaço em si é muito giro; tem mesas altas e mesas baixas. Eu gostei particularmente dos bancos corridos das mesas mais baixas. Eu gosto de bancos corridos tanto em restaurantes como em casa. Acho que dá um ar mais acolhedor e dá para sentar mais pessoas. O restaurante tem também uma esplanada com mesas de jardim.

Passando à comida, nós gostamos de pedir coisas diferentes para podermos dividir e provar. Pedimos o Tuga e o Mac & Cheese.

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 Comecei pelo Mac&Cheese e tenho a dizer que é muito bom. A mistura de queijos com a salsicha fica deliciosa. Só tenho um reparo a fazer: penso que a massa não acrescenta nada ao cachorro. Para mim, não precisava de lá estar. Mas assim não podia ser Mac&Cheese… 

Quanto ao Tuga, também é muito bom. É um cachorro simples com bacon e um ovo estrelado por cima. Tivemos alguma dificuldade para comer o cachorro sem o ovo estrelado cair para o prato. Aliás, caiu bastantes vezes, mas acho que faz parte da diversão. 

Existe outra coisa que vale a pena referir: a simpatia do staff. Tenho que vos dizer que fiquei bastante surpreendida, não estava à espera. Neste tipo de restaurantes, eu acho que o staff quer é despachar porque tem que lidar com pessoal mais novo (estudantes).

Mas no FRANKIE não. Receberam-me com muita simpatia, explicaram-me como funcionava e no final ainda perguntaram se tinha estado tudo bem e agradeceram a minha presença.

Eu nunca tinha apanhado tanta simpatia num restaurante tão barato. E por falar em preços, pagamos o mesmo que pagaríamos por dois menus no McDonald’s.

Adorei o FRANKIE; é para voltar com certeza.

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