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Deu-me para isto

Boa vida, Livros, Moda e Beleza, Música, parvoices

As minhas leituras #6: A fogueira das vaidades

Nas férias de Verão é quando tenho mais predisposição para ler. E o único motivo para isto é porque estou deitada numa espreguiçadeira sem mais nada para fazer.

 

Comecei e acabei de ler A Fogueira das Vaidades de Tom Wolfe.

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 A sinopse diz o seguinte:

“No cume do poder e da glória, Sherman McCoy é um yuppie de Wall Street que ganha um milhão de dólares por ano, vive num luxuoso apartamento, goza a fundo da vida e de uma espectacular amante de luxo. Até que um dia a sua sorte muda: o seu carro atropela um rapaz negro num bairro degradado e McCoy começa a cair súbita e vertiginosamente da sua posição de senhor do universo, até se converter em pasto para a infinidade de abutres que revoluteiam à sua volta…. Com um cinismo viperino e grandes doses de humor negro, A Fogueira das Vaidades é o romance que melhor retrata a Nova Iorque dos finais do século XX, uma colossal feira das vaidades”

 

Eu comecei a ler este livro porque gostei do resumo. Queria saber se iria haver justiça para o rapaz que foi atropelado. Lá por Sherman McCoy ter muito dinheiro, não quer dizer que não se iria fazer justiça. Senti logo uma certa raiva por Sherman porque não queria que se safasse por ter dinheiro.

O livro foi mais que a história de Sherman McCoy. Foi a descrição de Wall Street dos anos 90 e da altura em que a riqueza se mostrava pelos bens materiais. Numa altura em que o racismo era bem patente na sociedade.

O autor descreve de forma muito pormenorizada os cenários em que as acções decorrem. Chegou, por vezes, a ser secante. Lembram-se daquela sensação ao lerem os Maias? Tive a mesma sensação outra vez.

A história só se desenrola a meio do livro. Achei que até aqui era mais a apresentação das personagens e da Nova Iorque dos anos 90.

Gostei do livro mas não o voltaria a ler.

As minhas leituras #5: Crónicas de uma morte anunciada

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Desta vez venho falar de um livro de Gabriel García Marquez, Crónica de uma morte anunciada.

 

A sinopse diz o seguinte:

“Esta é a história de um assassinato numa pequena localidade colombiana, próxima da costa caribenha, cuja única ligação com o exterior é um rio. Toda a localidade celebra o casamento de Bayardo San Román, rico e recém-chegado, com Ángela Vicario. Mas Bayardo descobre que a sua esposa não é virgem e devolve-a à casa dos pais. Ángela acusa Santiago Nasar, um rico jovem de origem árabe. Obrigados pela defesa da honra familiar, os irmãos de Ángela anunciam aos quatros ventos a sua determinação de acabar com a vida de Santiago. Todos os habitantes da localidade conhecem as intenções dos dois irmãos menos o interessado, e ninguém faz ou pode fazer nada para evitar o desenlace trágico… Passados mais de 20 anos, um cronista reconstrói passo a passo os acontecimentos.”

 

Este é um livro que começa pelo fim: pela morte de Santiago. Santiago que foi injustiçado, que nada teve a ver com Ángela mas esta decidiu usá-lo como bode expiatório.

Não posso dizer que gostei particularmente desta história. O que prendeu foi o facto de querer saber se se iria saber a verdade sobre o motivo da morte de Santiago. Só duas pessoas sabiam a verdade e uma delas levou o segredo para a cova.

As minhas leituras #4: Desgraça, J. M. Coetzee

Já à muito tempo que não vinha aqui falar dos livros que tenho andando a ler. A verdade é que tentei ler alguns e não os terminei. Não gostei deles o suficiente para os acabar.

Até que comecei a ler o livro Desgraça de J.M Coetzee.

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A sinopse diz o seguinte:

Desgraça é muito mais do que um relato social: é um relato de sobrevivência pessoal numa sociedade decadente. Passado na África do Sul pós-apartheid, este romance sincero e despudorado centra-se em David Lurie, professor universitário na Cidade do Cabo, de meia idade, divorciado, que divide o seu tempo entre o desânimo das aulas e as satisfações momentâneas que encontra numa prostituta. Quando esta o deixa de atender, David desvia as atenções para uma jovem aluna, começando uma aventura sexual que, quando tornada pública, o leva ao despedimento e à humilhação.

 

Comecei a lê-lo por causa da sinopse. A vida de um professor que supostamente é um cargo de respeito mas que frequenta prostitutas e se mete com alunas.

O livro centra-se na vida deste professor e nas consequências que trás para a vida dos seus familiares mais próximos nomeadamente da filha. Lucy vive numa quinta e numa cidade onde as mulheres não são respeitadas.

Eu gostei do livro por causa do retrato social que faz na África do Sul pós-apharteid e que me fez pensar que o que aconteceu a Lucy, aconteceu a muitas mulheres. E, que por isso, foram e ainda são marginalizadas.

As minhas leituras #3: Como água para chocolate

O livro que acabei recentemente chama-se “Como água para Chocolate” de Laura Esquível.

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 Na sinopse diz o seguinte:

“Tita vive, nos primeiros anos do século XX, numa localidade fronteiriça mexicana de arraigados e severas normas sociais. Como filha mais nova, devia consagrar a sua vida ao serviço da família e esquecer-se do amor. Mas tudo se complica quando Tita se apaixona por um jovem chamado Pedro Muzquiz. Como a Mamã Elena não deseja prescindir da sua filha mais nova, que a deveria cuidar na velhice, a «solução» que encontra consiste em oferecer a mão de outras das suas filhas a Pedro… Nesta desesperante situação, a cozinha e os seus feitiços tornam-se na única válvula de escape para a sensualidade da jovem….”

 

Eu tenho uma tendência muito grande para não gostar das sinopses mas dou sempre oportunidade ao livro. Foi o que se passou neste caso.

Para mim, isto é um livro muito estranho. Os capítulos começam todos com uma receita que é a porta de entrada para a história do capítulo. O estado de espírito da Tita é transposto para os seus cozinhados o que faz com que quem os coma tenha reacções adversas.

A história é cheia de exageros e parábolas e situações um bocado absurdas. Como era um livro de leitura fácil, acabei por lê-lo até ao fim.

Para quem gosta de absurdos e situações fora do normal, aconselho a leitura.

As minhas leituras #2: Grey

Este foi o livro que acabei de ler recentemente.

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 Eu sou uma grande fã desta saga. Li os outros livros e também fui ver o filme.

O que diz a sinopse:

“Veja o mundo de "As Cinquenta Sombras de Grey", como se fosse pela primeira vez, através dos olhos de Christian Grey.E.L. James oferece-nos uma nova perspectiva da história de amor que enfeitiçou milhares de leitores em todo o mundo, agora narrada pelo próprio Christian, que nos dá a conhecer os seus pensamentos e sonhos. Christian Grey quer exercer um controlo férreo sobre todas as coisas, o seu universo é meticuloso, disciplinado e profundamente vazio – até ao dia em que Anastasia Steele dá um trambolhão no seu escritório, numa confusão de pernas bem torneadas e revoltos cabelos castanhos. Ele bem tenta esquecer que a conheceu, mas em vez disso é invadido por um turbilhão de emoções que não consegue compreender… e ao qual é incapaz de resistir. Ao contrário de todas as mulheres que conheceu antes, a tímida Ana parece conseguir vê-lo como ele realmente é – um coração frio e ferido que a faceta de génio dos negócios e o estilo de playboy não conseguem esconder.Será que possuir Ana será suficiente para que Christian se livre dos horrores de infância que ainda hoje o perseguem, noite após noite? Ou será que os seus negros desejos sexuais, a sua obsessão pelo controlo, e o ódio contra si mesmo que lhe preenchem a alma vão afastar Ana e destruir para sempre a frágil esperança que ela lhe oferece?”

Acho que todos conhecem esta história, não preciso de estar aqui a explicar. No entanto, para quem ainda não leu o livro, retrata a história de “50 sombras de Grey” narrada pelo Christian Grey.

O livro não me desiludiu, muito pelo contrário. Numa história nunca há só uma versão, viver esta história do ponto de vista do Christian Grey foi fantástico.

Apesar de conhecer a história de trás para a frente e de saber o que ia acontecer logo a seguir, não consegui largar o livro enquanto não acabei. Queria ler sempre mais, queria saber o que o Grey estava a pensar, queria mais.

E depois de acabar de ler, quero mais. Quero saber o que anda na cabeça do Grey tanto nas “50 sombras mais negras” como nas “50 sombras Livre”. Portanto, Sra E.L. James, faça-me um favor e escreva mais dois livros.

 

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