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Deu-me para isto

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Quando acreditamos que alguém não é feliz

Conheci a R. talvez em 2011/2012, ainda estava no meu antigo emprego; fomos colegas de trabalho. Gosto muito dela e quando me mudei, mantivemos o contacto.

Já a conheci com a vida que tem. Não foi algo que fui acompanhando como com as amigas de infância que tenho, toda a vida dela já existia quando a conheci.

Ela costuma dizer que não se junta com o namorado porque quer manter a vida independente. Diz que não tem filhos porque nunca sentiu essa necessidade (já vai a caminho dos 40).

Com o passar dos anos, deixei de acreditar nisto. E tenho várias razões válidas para isso.

Com o aumento de confiança que fomos tendo, soube que ela e o namorado se separam durante um tempo. Ele queria trabalhar no estrangeiro e ela não. Nenhum dos dois cedeu e acabaram por se separar. Juntaram-se outra vez quando ele regressou. Ela conta o tempo de namoro desde o inicio; ele só conta desde o último ajuntamento. Pormenores, pormenores....

Quando me juntei com o meu moço,ela deixou escapar "Só comigo é que ninguém se junta".

Ela decidiu mudar de casa; queria uma casa mais no centro da cidade. Sabem o que o namorado que tem casa própria fez? Nada! Podia-lhe ter dito para ir viver com ele, mas não. Ela trocou de casa e continuam a morar em casas separadas.

De vez em quando organizamos um jantar convívio com o grupo do meu antigo emprego. Já estava tudo combinado, restaurante, dia, horas. À ultima da hora ela diz, "não posso ir, tenho que salvar a minha relação". Ainda hoje estou na dúvida se salvaram ou não. Ninguém sabe, ninguém quer perguntar.

No último convívio com direito a churrascada, vieram as caras-metades de toda a gente, menos o dela (já é normal não a acompanhar). Ela é uma pessoa tão querida que comprou presentinhos para todas os filhos dos amigos.

As vidas dos amigos do grupinho, inclusive a nossa, vai evoluindo. Uns casaram-se, outros tiveram filhos. 

O último caso em particular, é o da I. que vai ter um bebé daqui um mês. A cunhada da I. está a organizar-lhe um baby shower e convidou-nos, claro. A minha amiga já está mega contente e foi a primeira a responder que ia, apesar de ser a 50 km de distância. Já criou um grupo no whatsapp para combinarmos tudo e nota-se que está super feliz em participar.

 

A minha teoria é: com a oferta dos presentes e com esta felicidade toda por causa de um baby shower de um bebé que não é dela, ela está a projectar uma necessidade que tem e que não é preenchida.

Acredito que a pessoa com quem ela está, não é a pessoa certa para ela. Acredito se ela estivesse com alguém que quisesse assumir um compromisso e quisesse ter filhos, ela já se teria ajuntado e teria um filho. E estaria mais feliz.

Cada um é feliz à sua maneira; pode ser um caso desses e eu não estar a compreender. 

Mas acredito que ela não é feliz; mas também não me vou meter na vida dela. 

 

 

 

 

Ser uma boa cidadã compensa

Este post foi destaque ontem, mas eu já o tinha escrito à algum tempo.

E bem, tenho novidades. Primeiro, vou dizer como tudo se passou.

Enviei um e-mail à Câmara Municipal um dia depois de ter escrito o post a mostrar aquela situação e enviei também fotografias. A Câmara respondeu que teria que dar os meus dados para continuarem com o processo. Tenho que confessar que fiquei de pé atrás ao dar os meus dados; sabia lá se o individuo iria descobrir. Mas dei os meus dados na mesma (passado uns dias descobri que os meu dados estão protegidos e não podem ser revelados). A câmara encaminhou o assunto para a Policia Municipal.

 

Hoje, qual não é o meu espanto, quando vejo que a pérgula já lá não está. Não sei se foi a minha queixa ou outra coisa qualquer. Mas o assunto resolveu-se.

 

Afinal, ser uma boa cidadã compensa. 

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