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Deu-me para isto

Boa vida, Livros, Moda e Beleza, Música, parvoices

Não sei o que se passa nas farmácias

No outro dia fui a uma farmácia aviar uma receita médica. Dos 6 produtos que a receita continha, 2 estavam esgotados. O farmacêutico nem sequer me deu a hipótese de encomendar; devolveu-me a receita para ir comprar noutro sítio.

Passados uns dias, fui a outra farmácia aviar o resto dos produtos. A resposta que tive foi:

- Não temos. Mas podemos encomendar para hoje às 19h ou amanhã.

Deixei encomendado.

Na mesma farmácia, estava também uma colega minha para comprar a pílula. Disseram-lhe a mesma coisa:

Farmacêutica: Não temos. Mas podemos encomendar a de um mês para hoje às 19h ou amanhã.

Colega: Então encomende-me para três ou quatro meses.

Farmacêutica: Não posso. O máximo que consigo fazer é encomendar para dois meses

Não teve outro remédio senão deixar encomendado.

 

Passado uns dias fui a outra farmácia comprar um corretor para as borbulhas. Resposta que obtive:

- Não temos. Mas podemos encomendar para amanhã.

 

Mas o que é que se passa com as farmácias. Tem que ser tudo por encomenda? A nossa falta de saúde está “sob encomenda”?

As minhas leituras #4: Desgraça, J. M. Coetzee

Já à muito tempo que não vinha aqui falar dos livros que tenho andando a ler. A verdade é que tentei ler alguns e não os terminei. Não gostei deles o suficiente para os acabar.

Até que comecei a ler o livro Desgraça de J.M Coetzee.

desgraca.JPG

A sinopse diz o seguinte:

Desgraça é muito mais do que um relato social: é um relato de sobrevivência pessoal numa sociedade decadente. Passado na África do Sul pós-apartheid, este romance sincero e despudorado centra-se em David Lurie, professor universitário na Cidade do Cabo, de meia idade, divorciado, que divide o seu tempo entre o desânimo das aulas e as satisfações momentâneas que encontra numa prostituta. Quando esta o deixa de atender, David desvia as atenções para uma jovem aluna, começando uma aventura sexual que, quando tornada pública, o leva ao despedimento e à humilhação.

 

Comecei a lê-lo por causa da sinopse. A vida de um professor que supostamente é um cargo de respeito mas que frequenta prostitutas e se mete com alunas.

O livro centra-se na vida deste professor e nas consequências que trás para a vida dos seus familiares mais próximos nomeadamente da filha. Lucy vive numa quinta e numa cidade onde as mulheres não são respeitadas.

Eu gostei do livro por causa do retrato social que faz na África do Sul pós-apharteid e que me fez pensar que o que aconteceu a Lucy, aconteceu a muitas mulheres. E, que por isso, foram e ainda são marginalizadas.

Eu adoro-o mas às vezes #6

Eu não sei o que é ele tinha no Domingo, mas estava rabugento. A desculpa dele é que tinha dormido mal.

Estava eu a pintar as unhas já depois de jantar e ele no sofá a ver televisão, quando diz:

Ele: Quando é que vens para ao pé de mim? – estava a ser querido, eu sei

Eu: Quando terminar de pintar as unhas. Ainda falta uma mão.

Ele: ultimamente, tens demorado muito a pintar as unhas…..

Eu: Para ficar alguma coisa de jeito, eu tenho que pintar uma mão de cada vez. E isso demora tempo. – esta técnica tem resultado comigo sem borrar os dedos

Já tinha as unhas pintadinhas, quase perfeitas e a secar, quando fui para o pé dele. Eu costumo sentar-me ou deitar-me no sofá com as mãos longe de cobertores, mantas, etc para não haver desastres. Passado 5 minutos:

Ele: Estou com sono. Vamos para a cama

Eu: Espera só mais uns minutos. As unhas precisam de secar senão borram.

E lá ficamos…. Mais 10 minutos. E, como ele estava rabugento começou no zapping infinito que já falei aqui.

Ele: vamos para a cama.

E levantou-se e desligou a televisão. Eu tive que dizer que sim, já estava bastante chateada como o zapping.

Este foi o resultado:

20160523_092736.jpg

 E ainda se admirou de eu estar zangada na segunda-feira de manhã.

Comidas e dormidas #6: o melhor italiano que já comi

Por sugestão de uma colega, este fim de semana fomos ao Italy Caffe no Saldanha.

Antes de ir, fui ver as reviews ao TripAdvisor e ao Zomato. Já estava decidida a ir mas quando vi que uma das massas era feita num queijo gigante, pus-me logo a caminho. Eu adoro queijo e adoro massa, juntam-se as duas coisas e estou no paraíso.

Alguma coisa aconteceu pelo caminho porque quando lá cheguei já me tinha esquecido da massa e do queijo; pedi pizza. E fiz muito bem!

IMG_20160521_220945.jpg

Desculpem estas fotografias. A comida estava com tão bom aspecto e tão saborosa que só me lembrei de tirar fotografia a meio da refeição.

 

Eu pedi a pizza Super Mario (achei imensa graça ao nome) e o meu rapaz pediu um calzone (já não me lembro qual foi). A meio, trocámos.

Tenho que dizer que tanto a pizza como o calzone estavam deliciosos. Sabem no que é que eu notei mais diferença? Na massa. Era fina e crocante e estava no ponto.

Outro ponto importante, os empregados são italianos: isto faz toda a diferença do mundo ( o meu rapaz até me chamou a atenção porque eu estava distraída )

Lembrei-me da massa feita no queijo quando estávamos a pagar e vimos a ser servida noutra mesa. Fica para a próxima!

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