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Deu-me para isto

Boa vida, Livros, Moda e Beleza, Música, parvoices

As minhas compras #7

Cá estou eu com a minha rubrica habitual das comprinhas.

Existem muitas outras coisas em que gastei o meu dinheirinho (este mês foi a loucura), mas optei por destacar estas.

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1 – Saia Mango

Esta saia é uma saia curta e bem justinha ao corpo.

Comprei-a porque tenho tentado comprar roupas diferentes. Dei uma hipótese à saia mas pensei logo que a iria devolver por ser tão curta e justa. E não é que fiquei com ela? Com umas collants opacas e uma camisola a condizer fica bem fixe. Se quiserem ver com mais pormenor, vejam aqui.

 

2 – Botas Mango

Eu não sou fã de franjas, mas mal vi os botins apaixonei-me por eles. São tão giros.

Então, andava a navegar pelo site quando vi estes botins maravilhosos. Mas como já tenho uma colecção considerável de botas e botins, achei que não valia a pena comprar outros.

Um final de dia quando cheguei a casa com umas botas castanhas que tenho, o meu rapaz disse-me “essas botas estão a ficar muito estragadas e feias”. Ao qual eu respondi muito prontamente: “tens razão, tenho que comprar outras”.

Claro que se seguiu a conversa do costume de eu já ter muito calçado, e que não devia comprar mais e que devia usar o que tenho… bla bla bla…. Mas sapatos nunca são demais.

Pronto, arranjei a desculpa perfeita para comprar as botas. Gosto mesmo delas. Se quiserem ver com mais pormenor, podem ir aqui.

 

3 – Ténis Adidas

Eu não costumo usar ténis; só no ginásio. Não tenho assim nenhuma razão em particular para não gostar. Acho que me desabituei de usar ténis quando comecei a trabalhar.

No entanto, decidi usar ténis ao fim de semana para aliviar os meus pés e para não desgastar tanto os sapatos. E para ter assim um look mais desportivo.

Os meus ténis são ligeiramente diferentes dos da imagem; são verdes em vez de pretos.

E digo que estou bastante satisfeita, são bastante confortáveis.

 

4 – Pasta Hyseac SOS Uriage

Já vos tinha falado que andei a abusar na Nutella e o meu queixo transformou-se numa série de vulcões a expelir pus em vez de lava.

Como não havia base que me salvasse (de tão vermelho e amarelo que ficou), fui à farmácia e comprei esta pasta da Uriage.

Atenção que é mesmo uma pasta cinzenta e só deve ser posta à noite. Não podem andar durante o dia com o queixo cheio de pasta, não é?

Ela não faz milagres, as borbulhas não desaparecem da noite para o dia mas ajuda bastante a secar. Logo na primeira noite que a pus, notei bastantes diferenças. Se quiserem mais pormenores, podem ir aqui.

 

E são estes os meus destaques deste mês.

Publicidade no carro

Eu não gosto de publicidade. Já tinha referido aqui, que pus um autocolante na caixa do correio a indicar que não queria publicidade, mas mesmo assim algumas empresas teimam em ignorar.

O meu drama agora são os papéis com publicidade no pára-brisas do carro. Não sei quem foi o gajo ou gaja que se lembrou mas é daquelas coisas que não fazem falta nenhuma.

Para começar, o meu carro já se suja sozinho e, por vezes, tem a minha ajuda para isto, portanto não precisa de externos a ajudar.

 Depois, as pessoas colocam o papel do lado direito ou atrás, que é sempre aquele sitio onde eu não chego a não ser que saia do carro.

E o que é que acontece quando quero tirar o papel do carro? Não existem caixotes de lixo perto. O que faz com que eu tenha que andar com o lixo das empresas no carro. Porque eu não deito lixo ao chão.

E isto quando não me dá a preguiça. Porque se não tiro o papel, vem logo um dia ou uma noite húmida ou chuva, e aquilo transforma-se num montinho de pasta de papel. E pronto, fica o vidro todo sujo e lá tenho que ir esfregar.

Não há ninguém que possa fazer uma lei qualquer para os carros como fizeram para as caixas de correio?

Comidas e dormidas #2: the Fifties the American Diner

Quem anda pelo Parque das Nações, de certeza já reparou no Fifties.

Mal entramos neste restaurante, somos transportados para a década de 50. Decoração muito retro com letreiro em néon. Os funcionários também acompanham e estão vestidos a rigor. Por lá também encontramos o Elvis e a Marilyn Monroe.

Quanto à comida, é um restaurante tipicamente americano: hambúrgueres.

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Sempre que ia lá, pedia um hambúrguer, que digo já, são muito bons. Mas, desta vez, decidi experimentar o cachorro. Tenho a dizer que é tão bom como o hambúrguer. O cachorro que eu pedi vinha cheio de queijo e bacon. Hmmmm tão bom…..

Ah e os batidos…. São qualquer coisa… maravilhosos.

 

Quando forem cheios de fome, recomendo pedirem hambúrguer com batido. Há quem diga que isto não combina e que o batido por si, já é uma refeição. Não liguem, isto é dito por aquelas pessoas que têm o estômago do tamanho de uma ervilha. Sabe tão bem…. Escolham o batido que quiserem, chocolate, morango, oreo…. Sabem todos bem com hambúrguer.

 

Fica a sugestão.

Fotografias das férias

Ontem, estava com um tempinho morto e lembrei-me que tinha comigo o cartão da máquina fotográfica.

O que é que resolvi fazer? Ver as fotografias das férias.

Ora, isto pode ser feito logo a seguir às férias mas não pode ser feito quando ainda faltam dois meses para as merecidas férias. Como tal, as chicotadas psicológicas foram muitas:

 

- Estava tão bem ali deitada a apanhar banhos de sol

- Estava com um bronze do caraças, agora pareço um boneco de neve

- Ficava tão bem de cabelo comprido. O que é que me terá dado na cabeça para cortá-lo pelos ombros?!

- Estava com a pele tão perfeita, sem borbulhas. Decidiste abusar da Nutella enquanto estavas com o período que agora tens autênticas erupções vulcânicas na cara

 

Note to self: deixar o cartão em casa e esquecer onde o pus

 

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Dinheiro ….

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Eu devo ser das poucas pessoas do mundo civilizado que menos se interessa pelo dinheiro.

Eu sei que é um pouco contraditório ao que disse num dos posts mas é o que sinto. Atenção que também não me deu nenhuma epifania e vou andar a distribuir o meu ordenado.

 

Eu passo a explicar:

- Não dou dinheiro às pessoas como prenda

Se forem crianças, pergunto aos pais o que eles gostam/precisam e compro. Se forem adultos, penso no estilo e nos gostos e compro de acordo. Peço também talão oferta no caso de ser preciso trocar. E porque faço isto? Porque não gosto que me dêem dinheiro, isto só significa que a pessoa não se quis dar ao trabalho de procurar uma prenda.

 

- Não valorizo as coisas pelo valor monetário

Isto vem um pouco em consequência do ponto anterior. Este pode ser explicado através de uma conversa que tive:

Prima: Então o que deste ao teu homem no Natal?

Eu: um telefone antigo

Prima: Um telefone antigo? Só isso? O meu deu-me um tratamento capilar; nem imaginas o quanto custa.

Eu: Sim, provavelmente foi mais barato que o teu tratamento mas eu sabia que ele ia gostar.

A verdade é que ele adorou e não estava mesmo à espera.

(esta história devia ser ao contrário, não era?! Mas vocês perceberam a ideia)

 

- Considero-me uma boa gestora do meu dinheiro

Nunca comprei nada a prestações, a não ser a casa. E só porque é muito difícil juntar tanto dinheiro em pouco tempo.

Comprei o carro quando consegui juntar dinheiro suficiente para ele. Até, então, andava com um carro emprestado. E punha combustível do meu bolso e pagava inspecção, selo e manutenção porque era eu que andava com ele.

 

- Não me chateio por causa de dinheiro

Não ando atrás das pessoas que me devem dinheiro. Acho que as pessoas têm que ser íntegras o suficiente para saberem as dívidas tem que ser pagas.

Na hora de repartir heranças, já disse que “façam o que vocês quiserem, até podem ficar com o dinheiro”. Eu conto com o que tenho no presente, não conto com o que poderei vir a ter. Se vier sem chatices é um bónus, senão também não faz falta. Nunca vi esta coisa do “Eu tenho direito a…” acabar bem.

Prefiro estar bem com as pessoas do que estar bem com o dinheiro. Este acaba-se mais depressa.

 

- Quando a esmola é grande, o pobre desconfia

Quantas vezes já assisti, a súbitas preocupações por certas pessoas e vai-se a ver no final e era tudo interesse. Pelo quê? Pelo dinheiro.

 

- “Eu compro e depois dás-me o dinheiro”

Perdi a conta às vezes que já fiz isto. Quando não tenho a certeza do preço, prefiro comprar à minha custa e depois apresento a factura.

A mim, parece-me o que deve ser feito.

 

E, apesar de tudo isto, continuo a ser a má da fita. Ser correcto e bom, não compensa neste mundo.

 

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